Arquivo de 09/2017

27 set 2017

It: A Coisa

It A CoisaIt A Coisa
It
Ano: 2017
Dirigido por: Andy Muschietti

Quando as crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, as crianças do bairro se unem para atacar Pennywise, um palhaço malvado, cuja história de assassinato e violência remonta há séculos.
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Um dos filmes mais comentados atualmente é It A Coisa, remake de uma minissérie de 1990 e baseado no livro It de Stephen King publicado em 1986. Eu, como grande fã de filmes de terror, fiquei ansiosa pelo lançamento e não perdi muito tempo, assisti rapidinho no cinema.

It A Coisa

É um filme muito bem trabalho com um roteiro incrível que torna a história complexa e explicada sem correr pelas cenas (sem pressa). Cenas essas que são verdadeiras obras primas. Tiveram o prazer de criar momentos assustadores e admiráveis pelos efeitos especiais, cenários e atmosfera dos ambientes. Me incomoda muito nos filmes de terror atuais que as histórias são super corridas pra partir pro terror, já em It não vemos isso. Conhecemos os personagens no decorrer dos minutos e nos sentimos dentro da história.

It A Coisa

Apesar de ser um filme de terror, não achei muito assustador e sim tenso. Muitos sustos, frio na barriga e coração acelerado são algumas das sensações que temos ao assistirmos. Destaque pros atores que deram alma a essa obra, principalmente Sophia Lillis (Beverly Mash), Jaeden Lieberher (Bill Denbrough) e o Finn Wolfhard (Richie Tozier) com suas piadinhas infames que deixaram o filme leve e divertido. Gostei bastante da Sophia, não conhecia. Ela está começando a carreira e acho que vai ser um grande sucesso!

It A Coisa

O final deixa um pouco a desejar por ser um pouco infantil e ingênuo, o que não tira o brilho das 2 horas e 15 minutos de cenas espetaculares de uma história incrível que mereceu um longa tão bem feito. Depois de tanto tempo sem ver filme de terror, foi uma excelente volta pra esse mundo 🙂 Super indico!

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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22 set 2017

32 Primaveras

Chegou mais um dia 25 de setembro e mais um ano de vida se passou. Ano este que se tornou um peso e um alívio. Não foi fácil, mas quem cresce e aprende sem passar por dificuldades, não é mesmo? Alguns sonhos foram despedaçados como vidro, em mil pedaços, dando espaço a outros. Eu tenho noção da força que tenho e não me surpreende mais a forma como me reergo e encaro a vida novamente, de pé, cabeça erguida.

Tentei me segurar onde não havia apoio. Fiz das tripas coração por tudo e todos enquanto me ignorava e abria mão de valores, enquanto as expectativas se tornavam cada mais mais distantes… Me anulei. Como não percebi que estava tudo de cabeça pra baixo? Os olhos estavam fechados e o coração virou pedra (de gelo). Cada dia nascia pra eu superar o que ia acontecer de ruim, as decepções. Todos os dias novas formas de ter o coração partido. Nunca imaginei que fosse suportar tanto. As palavras, as conversas no whatsapp, os prints guardados pra ler todos os dias. A ferida precisava ficar aberta. Alguns chamaram de tortura e eu realmente não sei o que eu estava fazendo, mas não queria e não me permiti esquecer, eu precisava lembrar de cada ferida que existia em mim e que ninguém se propôs a curar. Até quanto a gente aguenta sofrer? Eu descobri.

Eu vivi esse ano intensamente. Tudo de bom e de ruim aconteceu, foi incrível em todos os sentidos. Minha família superou tantos obscáculos e eu fiz o possível pra estar presente. Eu superei tudo e me superei, estou feliz com quem sou hoje e com a resolução que cheguei em mais essa reta final, completando mais um ano de vida. No final eu olho pra trás e tenho a consciência tranquila que fiz o melhor pra todos.

Eu sou uma pessoa boa, meu coração é imenso, eu não quero mudar e espero contagiar as pessoas ao meu redor dessa forma. Sei que tive meus baixos nos últimos meses e não fui boa companhia pra muitos, mas contei também com a compreensão e empatia daqueles que me amam.

Eu agradeço muito pelas pessoas que estão, entraram e saíram da minha vida até hoje e principalmente nos últimos tempos. Valeu! Nessa altura da vida as coisas não estão do jeito que eu esperava, mas sim do jeito que devem estar. As coisas acontecem como tem que acontecer. A palavra do meu último ano é Resiliência.

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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