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08 mar 2016

Jessica Jones e o Dia Internacional da Mulher

marvel-jessica-jones-1a-temporada_t56543_z9Z6gqD_jpg_210x312_crop_upscale_q90Jessica Jones (1ª Temporada)
Dirigido por: Bill Gierhart David Petrarca Rosemary Rodriguez S. J. Clarkson Stephen Surjik Uta Briesewitz
Ano: 2015

Desde que sua curta jornada como super-heroína terminou em tragédia, Jessica Jones (Krysten Ritter) tem reconstruído sua vida pessoal e carreira como uma detetive particular em Hell’s Kitchen. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios que vem de dentro de si e os de fora, usando suas habilidades para aqueles que precisam… principalmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

Hoje é o dia internacional da mulher e não, eu não vou desejar parabéns para nós mulheres, mas sim pedir desculpas. Acho que merecemos isso e eu também devo por todos os anos em que fui cega e machista sem perceber, por causa da sociedade, do que vemos na TV, livros e etc. Aprendemos coisas que estão erradas e hoje eu enxergo perfeitamente como a minha mente era machista e pequena para nós.




Nesse dia internacional da mulher eu quero indicar uma série: Jessica Jones. A maioria já deve ter ouvido falar e eu acho que ela deve ser destacada atualmente. É uma série nova sobre uma “heroína” da Marvel que foge totalmente dos padrões dos HQ’s, ou seja, nada daquela heroína de maiô colado com os peitões saltando e super sexy. Jéssica é mau humorada, magricela e nem um pouco delicada, além de não se denominar uma “heroína” de fato, coisa que ela já tentou, mas não deu muito certo. Apesar de tudo ela tem uma boa consciência e sabe a coisa certa a fazer, mesmo que seu cérebro diga pra sair dali ela não consegue deixar alguém em apuros.

Marvels Jessica Jones
Imagem: Collider

Mas por que estou falando desse seriado no dia internacional da mulher? Porque a série fala sobre machismo, relacionamentos abusivos, estupro e empoderamento feminino. A série não é sobre super poderes e super heróis, mas sim sobre tomar o controle sobre si mesmo e tomar as rédeas da sua vida, não só se livrando de algo que lhe faz mal, como também evitando que outras pessoas passem pelo mesmo que você passou. Jéssica teve sua vida transformada num inferno quando conheceu Kilgrave, um psicopata com um super poder que muitas pessoas reais possuem e quem está sofrendo nas mãos de vilões como o Kilgrave muitas vezes nem percebem, ou percebem quando já é tarde demais.

Marvels Jessica Jones
Imagem: Omelete

É legal que os filmes, seriados e livros estejam nessa pegada de empoderamento feminino, não estamos acostumados aos personagens femininos fortes e frágeis ao mesmo tempo. A Jéssica tem seus momentos e na maioria das vezes nos sentimos na pele dela, ela é totalmente de carne e osso. Todos os protagonistas são importantes e muito bem trabalhadores e o seriado possui ligação com Demolidor, alguns personagens transitam entre as duas séries e isso é demais (assistam Demolidor!). Apesar de eu não ser fã de seriados de super heróis, Jessica Jones foge dos padrões e faz a gente nem sentir o tempo passar no sofá e sofrer até ver o próximo episódio. Assistam e me contem o que acharam, tem na Netflix!

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04 mar 2016

Filme: Na Natureza Selvagem

into the wild / na natureza selvagemNa Natureza Selvagem
Into the Wild
Dirigido por: Sean Penn
Ano: 2007

Início da década de 90. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém-formado, que decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após 2 anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca.

Meu irmão em indicou esse filme e como temos ideias bem parecidas, ele sabe do que eu gosto, com certeza iria gostar e não demorei muito pra assisti-lo. O cinema atual não aborda muitos temas marcantes pra mim, parece tudo mais do mesmo, estórias feitas pras pessoas relaxarem e continuarem na matrix. Sempre procuro filmes e livros que me façam abrir a mente e não me enfiar mais ainda na irrealidade dessa vida na selva de pedra. Into The Wild é um desses filmes que te faz repensar toda a sua existência.

“Sem jamais ter de voltar a ser envenenado pela civilização, foge e caminha sozinho pela terra para se perder na floresta.”

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“Eu não sei muito sobre o mar, mas eu sei que o caminho é por aqui. E também sei o quanto é importante na vida… não necessariamente ser forte, mas se sentir forte, se avaliar uma vez na vida, se encontrar pelo menos uma vez na mais antiga condição humana, encarando a cegueira, ficando surdo… com nada pra te ajudar além de suas mãos e sua própria cabeça.”

O filme é baseado na história real de Christopher McCandless que tem dificuldade em se encaixar na sociedade, consumismo, e todo esse blá blá blá que nos é enfiado goela abaixo desde que nascemos. Temos que estudar, fazer faculdade, trabalhar, ganhar dinheiro, comprar casa, comprar carro, ter filhos, juntar dinheiro, dinheiro, dinheiro, gastar, gastar, gastar. Ele de fato faz quase tudo o que a sociedade espera que um cidadão normal faça, e então ao terminar a faculdade decide fazer o que seu coração manda, seguir sem rumo e viver uma jornada na natureza.

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Influenciado por grandes escritores como Tolstoi e Thoreau, durante o filme somos bombardeados por trechos desses gênios sobre a sociedade e estilo de vida contemporâneo. Cris arranja um apelido: Alex Supertramp (Alex Super Andarilho) e segue mochilando até seu objetivo final, o Alasca. Chegando lá encontra uma combi velha e vive em meio à natureza selvagem por algumas estações, até que não consegue mais caçar, tenta ir embora sem sucesso, findando a sua vida ali. Seu corpo foi encontrado cerca de 2 semanas após a sua morte e até hoje as causa ainda são um mistério. Alguns acreditam que ele confundiu 2 plantas parecidas se alimentando da venenosa, eu acredito que ele se alimentou da planta correta de acordo com seus livros, porém essa planta se consumida durante muito tempo e por pessoas desnutridas (visto que ele não estava comendo direito por semanas) definha o corpo e a mente.

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Claro que corri pra pesquisar sobre o Chris quando terminei o filme, achei uma pessoa incrível e com uma mente que não se encaixou no mundo atual. Alguns o chamam de louco, mas o que seria ser louco? Alguém que foge dos padrões? Ou seriam loucos aqueles que nunca pensam fora dos padrões, que sempre seguem o que manda na TV, os governantes, etc? Todos temos o que aprender com os “loucos”.

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Achei o final romantizado e teimo em acreditar que o Chris mudou tão drasticamente seu pensamento sobre a sociedade. Acredito que tenha morrido feliz, realizado, mas decepcionado por ter sido nocauteado por quem ele mais confiava, a natureza selvagem. Li em algumas críticas na internet que ele era um doido prepotente e arrogante que não se preocupou com os sentimentos dos pais, etc… Eu não acho, ele era inteligente demais e tinha uma mente diferente do nosso tempo. Despejamos nossas frustrações nas pessoas mais próximas e esperamos sempre algo delas, quando na verdade elas não nos devem nada. Assim o Cris não devia nada a ninguém e viveu a sua vida plena, seguindo seus desejos e alcançando seus objetivos.

“Você está errado se acha que a alegria emana somente das relações humanas. Deus a distribuiu em toda nossa volta. Está em tudo e em qualquer coisa que possamos experimentar. Só temos de ter coragem de dar as costas para nosso estilo de vida habitual e nos comprometer com um modo de vida não convencional.”

Abaixo uma foto real do Christopher na combi no Alasca 🙂

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“Tive uma vida feliz, e agradeço ao Senhor. Adeus e que Deus vos abençoe a todos.”

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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18 fev 2016

DeadPool

deadpool_t14204_9lZf3DC_jpg_290x478_upscale_q90Deadpool
Deadpool
Dirigido por: Tim Miller (III)
Ano: 2016

Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.

O anti-herói mais amado (ou não) dos quadrinhos ganhou as telonas e fomos assistir com os amigos essa semana no cinema. O mais legal foi rever pessoas da época do iRC (quem lembra?) e o encontro se transformou em IRContro, hahaha. Correia ir pro cinema numa segunda-feira após o trabalho, trânsito e fila, eu e Stênio pegamos lugares separados, porém bem posicionados e uma cadeira em cima da outra, então deu pra filar a pipoca, rs.

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O filme tem bastante ação e cenas de luta violentas, trágicas e cômicas ao mesmo tempo. É uma história dentro da outra. Confesso que nem sabia da existência de Deadpool e quando o filme começou a ser divulgado fiquei de pesquisar, mas não tive tempo.

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Imagens: Foxmovies

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Wade é basicamente um psicopata, sociopata que ama dinheiro e uniu o útil ao agradável ao virar assassino de aluguel de “vilões”. No dia do noivado descobre que tem um câncer terminal e fica sem chão. Quando já está mais ou menos acostumado com a ideia, um homem o procura oferecendo a cura em troca do seu corpo para experiência, prometendo também super poderes e é aí que seus problemas começam. Francis (hahahaha, quando virem o filme vão entender porque falar esse nome é tão engraçado) é o responsável pelas experiências em Wade e explica como funciona: É injetado um soro que fará o corpo sofrer a mutação se exposto a grande estresse (dor, raiva, etc). À base de muita tortura finalmente Wade sofre a mutação e se torna Deadpool. Acontece que Wade já tinha um senso de humor, digamos, duvidoso, e quando se vê um “monstro” (devido à mutação) fica ainda mais sarcástico e liga o “foda-se” pro mundo, o que torna suas piadas muito mais ácidas.
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O longa mistura presente e passado, no presente a jornada de Deadpool atrás de Francis e no passado porque e como Wade se tornou Deadpool. No meio da confusão muitas referências de X-Men e piadinhas infames fazem você morrer de rir na poltrona.

Ah, não saiam do cinema depois dos créditos, tem cena extra!! 😀

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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01 fev 2016

Maze Runner: Prova de Fogo

maze-runner-prova-de-fogo_t106368_xKyK2Ua_jpg_290x478_upscale_q90Maze Runner: Prova de Fogo
Maze Runner: The Scorch Trials
Dirigido por: Wes Ball
Ano: 2015

Thomas (Dylan O’Brien) e seus companheiros Clareanos vão encarar seu maior desafio até agora: procurar por pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Sua jornada os leva até O Deserto, um cenário desolado repleto de obstáculos inimagináveis. Unindo-se com lutadores da resistência, os Clareanos desafiam as forças superiores da C.R.U.E.L. e descobrem seus terríveis planos para todos eles.

No primeiro filme somos apresentados aos personagens de forma mais pessoal e temos um cenário pequeno, onde tudo acontece rápido e numa correria daquelas! Eu não conseguia me segurar no sofá de tanta tensão e esperava algo parecido ao assistir Mazer Runner 2.

No segundo filme temos o mundo inteiro como cenário: deserto, galpões “abandonados” e estradas fantasmas. Correria? Um pouquinho comparado ao primeiro, mas acho que o nome do filme perdeu um pouco a essência quando não se existe um “motivo maior” para tal.

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No meio do filme somos apresentados ao Fulgor, uma doença que vem dizimando a humanidade e então descobrimos porquê os adolescentes são mantidos para testes e experiências. A cura! Apenas crianças possuem a substância no sangue capaz de curar o Fulgor, e raros adolescentes, como Thomaz, ainda permanecem com a capacidade de cura no sangue.

Na maratona de fugir da CRUEL (empresa que busca a cura, consequentemente os adolescentes que fugiram) o pequeno grupo se depara com muita aventura, zumbis à la I Am Legend, tempestade de areia e de raios e refugiados. Mas será que podem confiar nessas pessoas?

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Adorei ter visto o Giancarlo Esposito no elenco e confesso que nem sabia que ele fazia parte do filme. Curto o ator desde Breaking Bad e é um dos meus preferidos. Jacob Lofland também deu show trazendo sobriedade e suspense à trama. O Thomas Brodie-Sangster é o meu ator preferido em Mazer Runner desde o primeiro e subiu mais ainda na minha crítica. Kaya só faz me decepcionar, atuação meia-boca ou é a personagem que não me desce? Trisre porque eu a amava em Skins 🙁 O vilão interpretado por Aidan Gillen tem um ar cômico e não me bota medo… Acho que deveriam trabalhar melhor a imagem dele pra alguém mais sério. Agora a personagem que realmente apareceu pra tocar fogo (trocadilho com nome do filme) foi a Rosa Salazar. Não a conhecia e amei a interpretação e o trejeito dela, além de ter um cabelo maravilhoso (estou na fase dos curtíssimos)

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Quando apareceram os zumbis eu fiquei chateada… Acho que perdeu totalmente o rumo do filme e tentou juntar muita coisa, agradar muitos gostos, perdendo a identidade. Um pouco após a metade o filme me conquistou novamente quando encontraram o grupo de refugiados e Brenda e Jorge apareceram. Dei apenas 3 estrelas pra esse filme no Filmow… Desanimei com relação ao próximo filme que será lançado em 2017, mas espero que ele me surpreenda como o primeiro.

Fotos: Maze Runner Filme

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14 jan 2016

Expresso do Amanhã

o-expresso-do-amanha_t51518_UW675Zi_jpg_290x478_upscale_q90Expresso do Amanhã
Snowpiercer
Dirigido por: Bong Joon-ho
Ano: 2013

Um experimento para impedir o aquecimento global falha e uma nova era do gelo toma conta do planeta. O que resta é apenas neve e guerra. Os únicos sobreviventes da Terra estão a bordo de uma imensa máquina chamada Snowpiercer. Lá dentro, os mais pobres vivem em péssimas condições, enquanto a classe rica vive em meio ao luxo.

No último fim de semana assistimos Expresso do Amanhã na Netflix e o filme foi além do que eu esperava. Cheio de aventura e lições darwinianas sobre a sociedade, traz muita reflexão sobre o mundo em que vivemos em um contexto menor.

O planeta Terra continuava aquecendo e pra amenizar o clima foi solta no ar uma substância que prometia não só parar o aquecimento global, como também diminuir a temperatura para algo aceitável para a população. Infelizmente a tentava foi frustrada e o planeta inteiro congelou, matando toda forma de vida. Apenas sobreviveu quem comprou ingressos pra Locomotiva de Wilford, auto sustentável e que nunca pára.

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O filme começa mostrando a realidade da “classe econômica” da locomotiva. Vivendo na miséria absoluta, totalmente dominados e passivos encontram esperança em mais uma rebelião, mas dessa vez eles têm um plano melhor e um líder disposto a tudo pra mudar a realidade.

As cenas são escuras e em tons de cinza, tudo triste e com um toque de poesia nas imagens e à medida que avançam os vagões as cores vão mudando. O contraste entre fora e dentro da locomotiva é vivo. Aquele determinado momento em que bate um feixe de luz, o sangue ganhando destaque, o terror nos olhos que se arregalam. A luta combatida pela classe inferior, dia após dia, subindo os degraus vagões da locomotiva em busca de quê?

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No começo o objetivo era dominar a locomotiva a fim de terem uma vida melhor, mas com o avançar dos vagões e as mortes, os poucos que restam no final tem objetivos bem diferentes, como vingança e liberdade, que fecham o filme com chave de ouro.

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Destaque especial pra Tilda Swinton que se transformou na personagem e realmente dá agonia vê-la falar e se mexer. Em uma das cenas mais tensas ela diz a frase mais marcante pra mim:

“Você usaria um sapato em sua cabeça? É claro que não. Um sapato pertence aos seus pés. Um chapéu pertence a sua cabeça. Eu sou um chapéu. Você é um sapato. Eu pertenço à cabeça. Você pertence aos pés.”

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Kyung-pyo Hong foi reponsável pela fotografia que me encantou. Ele incluiu em cada cena um significado, como por exemplo o “herói” sempre ser filmado de perfil da esquerda dando intenção de andamento, avanço, evolução.

Um filme incrível pra se assistir várias vezes, cheio de contrastes sociais e de cores. Faz a gente pensar. Incrível!

Imagens: snowpiercer-film.com/

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07 jan 2016

Star Wars: O Despertar da Força

star-wars-o-despertar-da-forca_t68292_jpg_290x478_upscale_q90Star Wars: O Despertar da Força
Star Wars: The Force Awakens
Dirigido por: J. J. Abrams
Ano: 2015

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

Fizemos toda uma preparação antes de assistir o novo filme de Star Wars no cinema, baixamos todos os filmes anteriores e assistimos na ordem de lançamento. Foi super legal ver os filmes antigos remasterizados e assistir ao novo com toda a bagagem fresquinha na memória.

Queria ter visto no dia de estreia, mas estava fazendo um curso e seria impossível, terminou demorando um pouco e conseguimos ver semana passada em 3D. Tinha assistido alguns trailers e lido vários artigos sobre especulações há meses, antes mesmo dos personagens estarem definidos e digo que vivi esse filme de verdade. Pode parecer coisa boba pra alguns, mas Star Wars é a melhor estória do mundo pra mim, tem tudo que eu gosto, espaço, ficção, aventura, poder feminino e muitas outras coisas que me deixam encantada pela saga.

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O filme segue o mesmo padrão trazendo muita aventura, uma pitada de humor e o retorno literal da força. Rey como personagem principal deu força e garra ao filme, mostrando que as mulheres estão e vão continuar crescendo no mundo do cinema. Finn veio com o humor e Han Solo trouxe aquela nostalgia junto com Leia, a nave Millenium Falcon e os androides R2-D2 e C-3PO. O novo androide queridinho do filme é o BB-8, numa roupagem toda moderna e com uma personalidade que conseguimos entender atrás dos bip’s, o robô faz dupla com Rey na aventura contra o Primeira Ordem.

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Gostei muito do vilão Kyle Ren, apesar do meu marido tê-lo achado muito apático e jovem, eu gostei da aparência e do crescimento dele no filme. Muitas piadas ao redor da Falcon deixam o filme leve e divertido e Han Solo, como sempre bem engraçado e realista. As brigas espaciais perfeitas e bem feitas, aliás os efeitos especiais estão incríveis! Achamos o som da sala de cinema baixo, e infelizmente as passagens das naves não tiveram AQUELE efeito.

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O final é triste, mas deixa uma esperança no coração e diferente dos outros filmes que dão um final verdadeiro mesmo tendo sequência, esse não. O final fica meio em aberto. Resta esperar até 2017 pra saber a continuação. Esse filme soube representar muito bem o retorno de Star Wars, e despertou literalmente a força em todos nós

Imagens: http://br.starwars.com/

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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