27 set 2017

It: A Coisa

It A CoisaIt A Coisa
It
Ano: 2017
Dirigido por: Andy Muschietti

Quando as crianças começam a desaparecer na cidade de Derry, no Maine, as crianças do bairro se unem para atacar Pennywise, um palhaço malvado, cuja história de assassinato e violência remonta há séculos.
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Um dos filmes mais comentados atualmente é It A Coisa, remake de uma minissérie de 1990 e baseado no livro It de Stephen King publicado em 1986. Eu, como grande fã de filmes de terror, fiquei ansiosa pelo lançamento e não perdi muito tempo, assisti rapidinho no cinema.

It A Coisa

É um filme muito bem trabalho com um roteiro incrível que torna a história complexa e explicada sem correr pelas cenas (sem pressa). Cenas essas que são verdadeiras obras primas. Tiveram o prazer de criar momentos assustadores e admiráveis pelos efeitos especiais, cenários e atmosfera dos ambientes. Me incomoda muito nos filmes de terror atuais que as histórias são super corridas pra partir pro terror, já em It não vemos isso. Conhecemos os personagens no decorrer dos minutos e nos sentimos dentro da história.

It A Coisa

Apesar de ser um filme de terror, não achei muito assustador e sim tenso. Muitos sustos, frio na barriga e coração acelerado são algumas das sensações que temos ao assistirmos. Destaque pros atores que deram alma a essa obra, principalmente Sophia Lillis (Beverly Mash), Jaeden Lieberher (Bill Denbrough) e o Finn Wolfhard (Richie Tozier) com suas piadinhas infames que deixaram o filme leve e divertido. Gostei bastante da Sophia, não conhecia. Ela está começando a carreira e acho que vai ser um grande sucesso!

It A Coisa

O final deixa um pouco a desejar por ser um pouco infantil e ingênuo, o que não tira o brilho das 2 horas e 15 minutos de cenas espetaculares de uma história incrível que mereceu um longa tão bem feito. Depois de tanto tempo sem ver filme de terror, foi uma excelente volta pra esse mundo 🙂 Super indico!

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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01 abr 2016

Batman VS Superman

batman-vs-superman-a-origem-da-justica_t80724_1CZbljI_jpg-large_290x478_upscale_q90Batman vs Superman: A Origem da Justiça
Batman v Superman: Dawn of Justice
Ano: 2016
Dirigido por: Zack Snyder

Preocupado com as ações de um super-herói com poderes quase divinos e sem restrições, o formidável e implacável vigilante de Gotham City enfrenta o mais adorado salvador de Metrópolis, enquanto todos se questionam sobre o tipo de herói que o mundo realmente precisa. E com Batman e Superman em guerra um com o outro, surge uma nova ameaça, colocando a humanidade sob um risco maior do que jamais conheceu.




Desde que vi o primeiro trailer desse filme há mais ou menos 1 ano na Maxcon, fiquei viajando em como esses dois se desentenderiam. Confesso que não sou muito por dentro da história deles juntos, nunca soube de nada que fizesse eles virarem inimigos e estava confusa sobre as pequenas cenas do trailer sobre o ódio da população pelo Superman.

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Imagem: Observatório do Cinema

É um filme longo de 2 horas e meia de duração e isso fez com que eu saísse com todas as dúvidas descritas no parágrafo acima muito bem respondidas. Vemos personalidades bem aprofundadas no decorrer dos acontecimentos, os dois personagens principais são extremamente bem trabalhados e focados de todas as formas, eu me senti dentro da história com todos os detalhes e as atuações magníficas dos dois atores. Algo que deve ser comentado é a melhora do Affleck, vemos um ator maduro que soube dar sombra ao personagem das trevas. Já o Superman me fez perceber uma pessoa comum, cheia de egoísmo, egocêntrico, mas que no fundo só quer ajudar as pessoas e troca os pés pelas mãos, comete erros como qualquer ser humano (mesmo não sendo um, isso faz a gente se identificar com ele).

Uma sacada do filme é “a que preço o Superman salva o planeta?”, será que vale mesmo a pena?

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Imagem: G1

O Lex Luthor interpretado pelo Jesse Eisenberg, que sou fã desde Facebook, fez um trabalho incrível e me dava ojeriza sempre que ele entrava em cena, mas também rendeu boas risadas. Que ATOR! Os trejeitos, as loucuras, as expressões e o jeito maluco de falar, o cara mandou muito bem, se entregou de corpo e alma e Jesse ainda vai crescer muito no mundo do cinema. A Mulher Maravilha foi diva e nas cenas de luta brilhou. Apesar de não receber muita atenção das câmeras e ter cenas bem resumidas, tenho certeza que foi proposital só pra dar aquele gostinho de quero mais.

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Imagem: Cinema Blend

Li algumas pessoas criticando o filme, pra mim foi excelente e merecedor de palmas no final (aliás, não fiquem esperando cenas após os créditos, porque não tem). Um filme denso, completo e bem explicado do início ao fim, realmente uma obra de arte que me deixou pasma. Fui pro cinema sem esperar muito por causa das críticas negativas e saí de boca aberta com a bela obra que assisti. Totalmente indicado!

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18 fev 2016

DeadPool

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Deadpool
Dirigido por: Tim Miller (III)
Ano: 2016

Ex-militar e mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.

O anti-herói mais amado (ou não) dos quadrinhos ganhou as telonas e fomos assistir com os amigos essa semana no cinema. O mais legal foi rever pessoas da época do iRC (quem lembra?) e o encontro se transformou em IRContro, hahaha. Correia ir pro cinema numa segunda-feira após o trabalho, trânsito e fila, eu e Stênio pegamos lugares separados, porém bem posicionados e uma cadeira em cima da outra, então deu pra filar a pipoca, rs.

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O filme tem bastante ação e cenas de luta violentas, trágicas e cômicas ao mesmo tempo. É uma história dentro da outra. Confesso que nem sabia da existência de Deadpool e quando o filme começou a ser divulgado fiquei de pesquisar, mas não tive tempo.

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Imagens: Foxmovies

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Wade é basicamente um psicopata, sociopata que ama dinheiro e uniu o útil ao agradável ao virar assassino de aluguel de “vilões”. No dia do noivado descobre que tem um câncer terminal e fica sem chão. Quando já está mais ou menos acostumado com a ideia, um homem o procura oferecendo a cura em troca do seu corpo para experiência, prometendo também super poderes e é aí que seus problemas começam. Francis (hahahaha, quando virem o filme vão entender porque falar esse nome é tão engraçado) é o responsável pelas experiências em Wade e explica como funciona: É injetado um soro que fará o corpo sofrer a mutação se exposto a grande estresse (dor, raiva, etc). À base de muita tortura finalmente Wade sofre a mutação e se torna Deadpool. Acontece que Wade já tinha um senso de humor, digamos, duvidoso, e quando se vê um “monstro” (devido à mutação) fica ainda mais sarcástico e liga o “foda-se” pro mundo, o que torna suas piadas muito mais ácidas.
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O longa mistura presente e passado, no presente a jornada de Deadpool atrás de Francis e no passado porque e como Wade se tornou Deadpool. No meio da confusão muitas referências de X-Men e piadinhas infames fazem você morrer de rir na poltrona.

Ah, não saiam do cinema depois dos créditos, tem cena extra!! 😀

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07 jan 2016

Star Wars: O Despertar da Força

star-wars-o-despertar-da-forca_t68292_jpg_290x478_upscale_q90Star Wars: O Despertar da Força
Star Wars: The Force Awakens
Dirigido por: J. J. Abrams
Ano: 2015

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

Fizemos toda uma preparação antes de assistir o novo filme de Star Wars no cinema, baixamos todos os filmes anteriores e assistimos na ordem de lançamento. Foi super legal ver os filmes antigos remasterizados e assistir ao novo com toda a bagagem fresquinha na memória.

Queria ter visto no dia de estreia, mas estava fazendo um curso e seria impossível, terminou demorando um pouco e conseguimos ver semana passada em 3D. Tinha assistido alguns trailers e lido vários artigos sobre especulações há meses, antes mesmo dos personagens estarem definidos e digo que vivi esse filme de verdade. Pode parecer coisa boba pra alguns, mas Star Wars é a melhor estória do mundo pra mim, tem tudo que eu gosto, espaço, ficção, aventura, poder feminino e muitas outras coisas que me deixam encantada pela saga.

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O filme segue o mesmo padrão trazendo muita aventura, uma pitada de humor e o retorno literal da força. Rey como personagem principal deu força e garra ao filme, mostrando que as mulheres estão e vão continuar crescendo no mundo do cinema. Finn veio com o humor e Han Solo trouxe aquela nostalgia junto com Leia, a nave Millenium Falcon e os androides R2-D2 e C-3PO. O novo androide queridinho do filme é o BB-8, numa roupagem toda moderna e com uma personalidade que conseguimos entender atrás dos bip’s, o robô faz dupla com Rey na aventura contra o Primeira Ordem.

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Gostei muito do vilão Kyle Ren, apesar do meu marido tê-lo achado muito apático e jovem, eu gostei da aparência e do crescimento dele no filme. Muitas piadas ao redor da Falcon deixam o filme leve e divertido e Han Solo, como sempre bem engraçado e realista. As brigas espaciais perfeitas e bem feitas, aliás os efeitos especiais estão incríveis! Achamos o som da sala de cinema baixo, e infelizmente as passagens das naves não tiveram AQUELE efeito.

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O final é triste, mas deixa uma esperança no coração e diferente dos outros filmes que dão um final verdadeiro mesmo tendo sequência, esse não. O final fica meio em aberto. Resta esperar até 2017 pra saber a continuação. Esse filme soube representar muito bem o retorno de Star Wars, e despertou literalmente a força em todos nós

Imagens: http://br.starwars.com/

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07 jun 2014

X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido

x-men-dias-de-um-futuro-esquecido_t46980_2_jpg_290x478_upscale_q90X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Nome Original: X-Men: Days of Future Past
Ano: 2014
Dirigido por: Bryan Singer
131 minutos
Não recomendado para menores de 12 anos

Sinopse: A formação definitiva de X-Men luta uma guerra pela sobrevivência da espécie em dois períodos de tempo em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”. Os amados personagens da trilogia “X-Men” original juntam-se aos seus eus jovens de “X-Men: Primeira Classe” em uma batalha épica que deve mudar o passado para salvar o futuro.

Sou fã de X-Men e faço questão de assistir aos filmes no cinema. Estava por fora dos últimos lançamentos e confeço que ando desatualizada das novidades do mundo cinematográfico. Tive sorte de pesquisar por filmes justo quando X-Men estava em cartaz!

O filme é uma senhora obra – complexa. Fiquei confusa no começo, não li a sinopse (nem vi o trailer) e não entendi o que estava acontecendo, mas depois me situei e não conseguia fechar a boca! Cenas perfeitas. O que mais me chama atenção em filmes, livros e histórias são os diálogos (vocês sempre vão me ver elogiando os DIÁLOGOS). Tem coisa mais impressionante do que uma boa e linda conversa? Talvez por eu não dominar a arte que ela me encante assim. As falas do Xavier sempre me deixam boba, igualmente Magneto e Walverine. Logan fala claro através da raiva, Xavier fala calmo o que todos querem gritar, Erik protesta em palavras e atitudes. Uma arte!

Sempre acho o último filme da franquia o melhor, com este não poderia ser diferente. Não vou dar spoiler, porque de coração desejo que você assista. Saí do cinema pensando: Por que eu ainda não li o HQ??

Apenas gostaria de dar meus agradecimentos eternos pros seguintes atores:
Nicholas Hoult: Conheci na série Skins e já o admirava. Os filmes que vem fazendo só me deixam mais fã desse jovem cheio de talento. Só ele pra ser um Hank tão fofo!
Michael Fassbender: Por fazer meu personagem preferido de X-Men ser o mais admirável, apesar de detestável, do mundo!
James McAvoy/Patrick Stewart: Por conseguirem transmitir a aura de paz e amor que o Charles tem.

Algumas cenas do filme:

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Fotos: x-menfilmes.com.br

Trailer:

No site oficial encontrei uma área mostrando os “25 momentos” – Uma retrospectiva pelos eventos que determinaram o destino de uma espécie. Achei interessantíssimo viajar pelos momentos históricos (de X-Men) que determinaram o ápice atingido no filme X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido.

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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26 fev 2014

A Menina Que Roubava Livros

361-655234-0-5-a-menina-que-roubava-livros-edicao-especial-com-capa-inspirada-no-poster-do-filmeA Menina Que Roubava Livros
Ano: 2013
The Book Thief
Dirigido por: Brian Percival
131 minutos
Não recomendado para menores de 10 anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus vizinhos, incluindo um homem judeu que vive na clandestinidade.

Li o livro duas vezes, mas faz anos e não lembro de muita coisa, por isso minha comparação do filme com o livro vai ser um pouco vaga.

Estava ansiosa pra ver o filme porque esse é um dos meus livros favoritos, foi um dos primeiros que li com gosto, é narrado pela morte, fala sobre guerra e sentimentos simples que só aparecem em momentos difíceis.

O filme é lindo. O porão, Max, Liesel e Rudy são exatamente como eu imaginei. Apesar de não lembrar tanto dos detalhes, não dá pra esquecer da história e da essência. As angústias que senti a cada página foram relembradas. Max, o desfile dos judeus na rua quando Liesel sai gritando por entre as pessoas.

Pra quem não leu o livro deve ficar um filme estranho. Tem umas partes que são forçadas a se encaixarem com outras. O final parece que pula de pára-quedas no meio da história. Bem confuso. Acho que a liga de uma cena pra outra ficou boiando. Mas no geral, ficou bom. Não me decepcionei, porque eu sempre espero pouco de adaptações.

Segue trailer e imagens do filme:

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Imagens: aceshowbiz / popculture-y / hrexach

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17 fev 2014

Gravidade 3D

Gravidade
Nome Original: Gravity
2013
Dirigido por: Alfonso Cuarón
Não recomendado para menores de 12 anos
90 minutos

Sandra Bullock interpreta a Dra. Ryan Stone, uma brilhante engenheira médica em sua primeira missão espacial, ao lado do veterano Matt Kowalsky (George Clooney) no comando de seu último voo antes da aposentadoria. Em uma operação de rotina fora da nave, o desastre acontece. A nave é destruída, deixando Stone e Kowalsky à deriva no espaço, ligados um ao outro apenas por um cabo. Um silêncio ensurdecedor diz que eles perderam qualquer contato com a Terra – e qualquer chance de resgate. O medo vira pânico, consumindo rápido o pouco oxigênio que resta. O único meio de voltar pra casa talvez seja se jogar de vez na aterrorizante vastidão do espaço.

Esse filme me deixou vidrada do começo ao fim, mas no final eu não tinha uma opinião formada ainda, confesso que foi uma experiência única o assistir. O 3D é excepcional. Eu não tinha lido a sinopse e sabia apenas que era um dos grandes favoritos para o Oscar, decidi me surpreender e valeu a pena!

Fugindo do padrão de filmes que costumo assistir, esse é um filme profundo, acredito que para cada pessoal ele passe um significado diferente e vou contar o que ele despertou (sentimentalmente falando) em mim.

Cuidado, spoiler à partir daqui!

Me remeteu ao nascimento, ao sentimento das coisas no primeiro momento. Algumas fotografias tem um relacionamento direto com o feto. A primeira imagem que me fez notar isso foi quando Sandra consegue voltar pra nave pela primeira vez, quase sem oxigênio, depois de tirar o traje e finalmente relaxar depois de toda a agonia, ela se encolhe em posição fetal (flutuando em gravidade zero) e um dos cabos fica numa posição que parece o cordão umbilical. Perfeita fotografia.

Outra cena que me fez lembrar de nascimento foi quando Sandra consegue pousar na terra, precisa nadar do fundo do lago até a superfície e chegando à margem precisa “aprender” novamente a andar depois de tanto tempo em gravidade zero.

Fora a belíssima fotografia do filme (torço pra que ganhe o Oscar nesse quesito), os diálogos (e monólogos) são bem poéticos. Vou tentar explicar, o Kowalsky (astronauta interpretado pelo George Clooney) é bem engraçado e um contador de histórias, só que as coisas que ele diz e conta sempre tem um sentido que faz a gente pensar um pouco na vida. A Dra. Ryan Stone (interpretada por Sandra Bullock) começa a encarar aquele momento difícil com outros olhos e ganha força pra lutar depois de criar um laço com o Kowalsky, pois termina contanto fatos de sua vida que Kowalsky retruca fazendo-a mudar de comportamento.

Terminou o spoiler 😉

Não posso dizer que é meu favorito nas categorias do Oscar, porque ainda não assisti aos outros, mas é um filmaço. Quero ver Trapaça ainda esse mês pra me decidir entre os dois.

Confira em que categorias o filme Gravidade concorre ao Oscar:

Melhor Filme
Melhor Diretor (Alfonso Cuaron)
Melhor Atriz (Sandra Bullock)
Melhor Fotografia (Emmanuel Lubezki)
Melhor Edição (Alfonso Cuarón e Mark Sanger)
Melhor Trilha Sonora Original (Steven Price)
Melhor Direção de Arte (Andy Nicholson, Rosie Goodwin e Joanna Woollard)
Melhor Edição de Som (Glenn Freemantle)
Melhor Mixagem de Som (Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead e Chris Munro)
Melhor Efeito Especial (Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould)

Se ainda não assistiu ao filme, veja o trailer e algumas imagens:


Imagens: veja.abril / ochaplin / entretenimento.r7 / marcelocoelho.blogfolha


Imagens: sramaia / tribunadoceara / cinema10 / veja.abril


Imagem: papelpop

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24 jan 2014

Frozen: Uma Aventura Congelante 3D

Frozen-PosterFrozen: Uma Aventura Congelante 3D

Ano: 2013

Elsa, a futura rainha de Arendelle, nasceu com a capacidade mágica de criar gelo e neve, embora tenha escondido isso de todos, incluindo a sua irmã mais nova, Anna. Após seus poderes, acidentalmente, condenarem o reino a um inverno eterno, ela foge e auto-exila-se num castelo de gelo. Agora cabe a Anna e Kristoff, um destemido homem da montanha, partirem numa jornada para trazerem Elsa de volta a Arendelle e reverterem o inverno em verão.

Ando meio desanimada com cinema, acho que enjoei, e por isso não dei muita bola quando vi os últimos lançamentos, mas pra minha sorte a Cris do Garota Prodígio fez uma coletânea de trailers dos filmes que estreariam em janeiro nesse post e me apaixonei por Frozen (A Menina que Roubava Livros também e estou esperando o lançamento aqui em Recife)! Chamei logo meu noivo e fomos no primeiro fim de semana após a leitura do post da Cris.

O começo do filme mostra as duas princesas ainda crianças brincando juntas e como crescem e se afastam. A Anna, durante esse tempo, sempre bate na porta do quarto da Elsa cantando a musiquinha “Você quer brincar na neve?”, coisa mais fofa. Elsa é linda e charmosa e a voz é perfeita. Eu adoro desenho animado dublado e não tenho do que reclamar dos filmes da Disney, sempre capricham nas dublagens (mas pra todos os outros filmes prefiro legendado).

Olaf, um boneco de neve, deixa tudo mais divertido, mas ele demora bastante pra aparecer. O filme começa de verdade quando Anna conhece um rapaz e o convence a ajudá-la a subir a montanha pra tentar trazer a Elsa de volta. Durante a viagem eles conhecem o Olaf e tem muitas aventuras juntos!

Frozen passa uma mensagem muito bonita e inspiradora, pra mim foi que não devemos esconder nossos sentimentos e nem quem verdadeiramente somos, pois quanto mais tentamos fazer isso, mais machucamos a nós mesmos e a quem amamos.

Abaixo alguns pôsters e prints do filme:

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Imagens: Disney.

Adoro as músicas dos desenhos animados, mas se tiver muitas termina ficando chato. Nesse filme tem bastante e uma delas eu não gostei, a primeira logo no início.

A música mais bonita do filme, que já escutei milhares de vezes e saí da sala de cinema com ela na cabeça é “Let it Go”, cantada originalmente por Idina Menzel (que faz a voz da Elsa e também é atriz de Glee, adoro!) e a versão em português ganhou vida na voz da Taryn Szilpman. Amei as duas versões, exceto pelo berro no fim da música pela cantora brasileira, o resto foi perfeito. A canção já tem várias versões famosas na web, inclusive da Demi Lovato!

Essa música é cantada no momento mais bonito da estória, quando Elsa foge pra montanha e cria seu castelo de gelo. Assistam em 3D e tenha uma experiência maravilhosa com essa cena! Eu não conseguia piscar os olhos!

Segue abaixo a música “Livre Estou” que é a versão em português de “Let it Go”:

Vocês já assistiram? O que acharam?

Juliana Urquisa Postado por Tags:
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09 jan 2014

O Hobbit: A Desolação de Smaug 3D

300891id6a_TheHobbit_TDOS_Tauriel_BusShelter_48inW_x_70inH.inddO Hobbit: A Desolação de Smaug

Título Original: The Hobbit: The Desolation of Smaug
Ano: 2013
Dirigido por: Peter Jackson
Não recomendado para menores de 12 anos
161 minutos

Tendo sobrevivido ao início de sua jornada inesperada, o grupo continua em direção ao Leste, encontrando no caminho o metamorfo Beorn e aranhas gigantes da traiçoeira Floresta das Trevas. Depois de escapar do cativeiro dos perigosos Elfos da Floresta, os anões viajam para Esgaroth, a Cidade do Lago, e finalmente chegam à Montanha Solitária, onde devem enfrentar o maior perigo de todos – uma criatura mais aterrorizante que qualquer outra; uma que testará não apenas o nível de coragem dos aventureiros, mas também os limites de sua amizade e a sabedoria da própria jornada – o dragão Smaug.

Continuação das histórias de Bilbo, nesse filme o hobbit continua com o pequeno grupo de anões. Dessa vez Thorin precisa da pedra Arken e segue em busca da montanha dominada pelo dragão Smaug. Durante o percurso conhecem um troca-pele, são perseguidos por Orcs e recebem ajuda dos elfos. O que mais gostei foi da elfa Tauriel, linda, perfeita, magnífica! Legolas, como sempre nas melhores cenas de luta, mas Tauriel roubou a cena com seu pequeno romance com Kíli. Quando finalmente os anões conseguem entrar na montanha, com a ajuda de Bilbo, começa o incrível diálogo entre o hobbit e Smaug. O dragão se mostra uma criatura muito convencida e o diálogo é hipnotizante, principalmente por causa da voz do dragão, esplêndida. Assisti em 3D e dublado, não tenho do que reclamar. Os efeitos 3D são bem explorados e a dublagem é muito bem feita, as vozes são incríveis. Da metade pro final, Gandalf começa a entender o que está acontecendo e percebe que o retorno de Sauron está próximo. Um filme com muita aventura e uma história muito bem amarrada e cheia de detalhes.

Posters do filme:

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300891id5a_TheHobbit_TDOS_Legolas_BusShelter_48inW_x_70inH.indd 300891id4b_TheHobbit_TDOS_Gandalf_BusShelter_48inW_x_70inH.indd 300891id3b_TheHobbit_TDOS_Bilbo_BusShelter_48inW_x_70inH.indd

Tauriel e Legolas

Tauriel e Legolas


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08 abr 2011

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles

Sinopse: Durante anos, foram registrados vários casos de aparições OVNIs em diferentes lugares no mundo – Buenos Aires, Seul, França, Alemanha, China. Mas em 2011, o que eram apenas aparições vão agora se tornar uma assustadora realidade onde a Terra é atacada por forças desconhecidas.
Enquanto as pessoas em todos os lugares assistem às grandes cidades do mundo caírem, Los Angeles se torna o último posto para a humanidade numa batalha inesperada.
É então que um sargento da Marinha (Aaron Eckhart) e seu novo pelotão desenham um novo destino na areia enquanto combatem um inimigo como nunca haviam visto antes.

Quem acompanha meu blog, sabe que sou louca por filmes de ficção científica e principalmente filmes em que a Terra é invadida por alienígenas DUMAL. O fato é que fui ao cinema super entusiasmada pra assistir a esse filme e confesso que ainda estava animada até a cena em que os alienígenas saem do mar… Até exatamente a parte em que eles começam a atirar na praia. Pronto. Chegou ali, acabou minha emoção. Cadê os efeitos especiais? Na verdade, o filme é todo sujo, sem glamour algum. Um típico filme de guerra (que eu odeio). O filme é ruim, aliás péssimo. Os diálogos são terríveis, as cenas são “sem-noção”

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